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Uma professora de New Hampshire, nos Estados Unidos, com 57 anos, deu à luz um menino chamado Jack, com a ajuda de fertilização in vitro. O caso faz de Barbara Higgins uma das mulheres mais velhas a dar à luz nos EUA.


"Vencemos todas as probabilidades. Estou tão orgulhoso dela", afirmou o marido, Kenny Banzhoff.


Em 2016, o casal perdeu a filha de 13 anos, Molly, na sequência de um tumor cerebral não diagnosticado. "Perdê-la foi uma experiência horrível, traumática e que mudou a minha vida", lamenta Higgins.


O que no início parecia ser um sonho difícil de se concretizar, mais tarde tornou-se real depois de o casal ter encontrado uma clínica de Boston que fazia o tratamento a mulheres na casa dos 50.


Como atleta ao longo da vida, Higgins diz que a sua terceira gravidez foi fácil, graças ao estilo de vida ativo que adotava. "O estado de saúde e condição física de uma mulher é importante, não importa a idade que ela tenha ao tentar engravidar. No entanto, à medida que as mulheres atrasam a procriação, o seu estado físico torna-se exponencialmente mais importante", referiu o médico Brian Levine. Ainda assim, estar em forma não reduz o risco de hipertensão durante a gravidez, acrescentou ele, "o que pode ter consequências devastadoras para a mãe e para o bebé".


"O Jack está aqui, é um menino neste planeta e tem direito a ter uma vida", explicou a mulher. "Não sei se vou estar aqui daqui a 10 anos, mas onde estaremos em 10 anos? E porque é que o Jack não merece estar vivo só porque estou velha?", acrescentou.


Até ao momento, tudo indica que Mangayamma Yaramati é a mulher mais velha a dar à luz através de FIV (fertilização in vitro). Em 2019, na Índia, a mulher, aos 74 anos, teve duas meninas gémeas.





Fonte: www.jn.pt