Afinal, o Paços de Ferreira não vai protestar o jogo com a Académica, para a Taça de Portugal, que terminou em derrota já no prolongamento (2-1) e o consequente afastamento da competição dos castores. Em causa estiveram as oito paragens devido a falhas elétricas das torres de iluminação, que obrigaram o jogo a prolongar-se por mais de três horas e com o golo da vitória da Académica a surgir numa dessas falhas e com pouca visibilidade no relvado.
A SDUQ pacense reconhece que chegou a ponderar o protesto, mas entende não existir matéria jurídica que sustente o mesmo. “O golo da vitória da Académica foi marcado em circunstâncias muito especiais e não podemos ignorar isso”, referiu Rui Seabra, que, no entanto, não responsabilizou a arbitragem: “Não tenho nada a dizer porque com todas as dificuldades que o árbitro encontrou, agiu sempre com bom senso e concordância de todos.”

Autor: José Santos