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Cinco guardas prisionais detidos em operação da PJ na cadeia de Paços de Ferreira


Em Atualização

Cinco guardas prisionais detidos em operação da PJ na cadeia de Paços de Ferreira

Cinco guardas prisionais foram detidos, esta terça-feira, durante uma operação da Polícia Judiciária, esta terça-feira, de combate ao tráfico de estupefacientes na cadeia de Paços de Ferreira.

A operação incluiu 52 buscas em estabelecimentos prisionais, domicílios e espaços comerciais. Segundo um comunicado da autoridade, as buscas realizadas no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira foram presididas por três magistrados do Ministério Público.

Nas operações em "ambiente carcerário", lê-se no documento, "a PJ contou com a prestimosa colaboração da DGRSP (Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais), incluindo o Grupo de Intervenção e Segurança Prisional - GISP, entidade que, desde o primeiro momento, colaborou ativamente nas investigações em curso".

A operação policial, que ocorreu no âmbito de inquéritos titulados pelo DIAP [Departamento de Investigação e Ação Penal] de Porto Este-Penafiel, deu também cumprimento a seis mandados de detenção.

Cinco guardas prisionais entre os detidos

Segundo apurou o JN, entre os detidos há cinco guardas prisionais, incluindo dois chefes.

Fonte oficial da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais nada adiantou a este propósito, mas referiu que a força especial da Guarda Prisional colaborou hoje com a Polícia Judiciária em buscas realizadas que se estenderam, além de cadeia de Paços de Ferreira, aos estabelecimentos prisionais do Porto, Santa Cruz do Bispo - masculino, Vale de Judeus e Monsanto.

"Esta Direção-Geral reitera a sua disponibilidade de combate constante às atividades ilícitas em contexto prisional e de colaboração permanente com as autoridades policiais e judiciais, uma vez que, como tem sido repetidamente afirmado, tem tolerância zero para com todo o tipo de atividades ilícitas", sublinhou a Direção-Geral.

Sublinhando que se trata de atividades "praticadas por um número muito diminuto de trabalhadores", releva, contudo, que "mancham o bom nome dos serviços e da esmagadora maioria dos profissionais que, com honestidade e dedicação, neles trabalham".







Fonte: www.jn.pt